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BRANCOS, MORENOS E NEGROS, NO BRASIL Solidários ou Contrários?!

By 28 de janeiro de 2020 No Comments

BRANCOS, MORENOS E NEGROS, NO BRASIL

Solidários ou Contrários?!

  1. Jorge Peralta

I- Gilberto Freyre, o Grande Paradigma?!

Gilberto Freyre – Google

  1. As pessoas, às vezes, para agradar certas platéias de tendências marcadas, traem-se a si mesmas, agindo por injunções políticas, contra os dados da realidade observável e incontestável. Foi o que aconteceu com Fernando Henrique Cardoso, em Magna-Conferência, onde considerou as interrelações de brancos e negros, no Brasil, como de um equilíbrio impossível entre contrários. É dessa afirmação que aqui tratamos. Contestamos a palavra “contrários”.

Entre muitas afirmações engrandecedoras e louváveis, Cardoso disse:

Freyre defende a ideia de que há aqui um “equilíbrio entre contrários”(brancos e negros). É uma ideia dialética que nunca se realiza, nunca chega a uma síntese”.

Uma frase dúbia e contrária à realidade observável, que o mundo

celebra, inclusive Mandela, o Presidente Negro, da África do Sul, que louvou o Brasil  como um país multirracial, onde negros e brancos vivem  em paz e liberdade para crescer, empreender e criar seus filhos.

 

Nelson Mandela – Google

  1. A frase, com todo o respeito ao histórico do autor, é uma farsa para atrair as boas graças de certas ONGs oportunistas, ao jogarem irmão contra irmão. Em vez de semear solidariedade, semeiam o conflito estéril.

Caro leitor, neste país, todos sabem muito bem que, brancos e negros andam juntos, sem se esmurrar, como ocorre em outros países que todos bem conhecemos. O Brasil é um outro caso, um novo paradigma. Mandela sabe disso, mas alguns brasileiros, por conveniência política, fazem de conta que não sabem.

Como vê o leitor, para ajudar a escrever este ensaio, convoquei Mandela, Fernando Henrique e o romano Virgílio, Kennedy, H. Golden, o IBGE e todo o nosso camarada Povo Moreno.Que o leitor possa nos ajudar também nesta ousada e importante  tarefa.

 

II – Convivência Multirracial Solidária

  1. Muitos desejariam talvez que brancos, pardos e negros se esmurrassem em praça pública, para terem assunto para  crônicas racistas. Mas isto não acontece. Somos um País que sabe viver e conviver com a diversidade, respeitosamente, com toda a normalidade.

Neste País, os negros e os pardos vão à escola, fazem universidade, são engenheiros, arquitetos, professores,  advogados, médicos, professores,  marceneiros, jornalistas, editores, operários, agricultores,  motoristas, escritores, artistas, cantores, esportistas, empresários, diretores, vereadores, deputados, senadores, juízes, prefeitos, governadores, presidentes da República,  pais de família, etc. Cada um exerce funções de acordo com suas competências e deliberações. Da mesma forma que os brancos, sem discriminação, todos podem exercer qualquer das funções disponíveis.

A lei proíbe a discriminação, há  muito tempo. Olha-se a competência e o mérito e não a cor da pele. Assim é e assim deve ser. Quem quiser o contrário há de se frustrar.

Quem se opuser talvez precise verificar se em seu DNA existe algum “gene” ditatorial ou fascista, e trate de o extirpar, se possível, para saber conviver em paz, ao menos consigo mesmo.

Só os nefelibatas não vêem que a discriminação não é uma questão válida no Brasil, e nunca foi, apesar de eventuais  exceções esperáveis. Então pardos, negros e brancos são iguais em direitos. São parceiros e não contrários. Desentendimentos pessoais?! Não se confundam com intolerância racial.

  1. A frase talvez seja bem aproveitada por alguns, adeptos do “quanto pior melhor”. A frase deu “autoridade” e o “mote” à maledicência. Faltou coragem intelectual e isenção ao autor diante da realidade do país, ou foi apenas descuido de redação. Só a verdade liberta. Não é isso que as pessoas responsáveis proclamam? Como se desdizem?!  Ah! Eu bem sei que, às vezes os deuses  também cochilam. (“Aliquando, divus Homerus dormitat”)

Dizer que brancos e negros, no Brasil, são “raças” contrárias é uma aberração. É atitude dos fracos que apenas rezam pela cartilha infame do fascista  “politicamente correto”, que não deixam as pessoas livres para pensar e falar, cedem a modismos  infames… muito em voga.

Freyre não falava do equilíbrio entre contrários, mas do equilíbrio entre raças solidárias, que interagem.

Contrários podem ser  os oprimidos e os opressores; os pobres e alguns ricos; os intelectuais e os outros…

 

II – Igualdade Interracial, por Direito e na Prática

  1. Freyre celebrava o grande espetáculo que o Brasil dava e dá ao mundo, de um país, onde brancos e negros não são contrários. Antes: Aqui vivem lado a lado, solidariamente, e com respeito mútuo, em todas as esferas da sociedade, nas escolas, nas associações, nos locais de divertimentos, no meio das multidões, nos campos de futebol, nas praias, nas igrejas, no ônibus, no trem, no metrô, na política e no mundo intelectual. Assim é há séculos e assim será sempre. Aliás, assim é, também em Portugal.

Tela – Portinari

Brancos e negros são parceiros, no trabalho suado, para que todos possam viver num mundo melhor. Bem sabem que, sem o suor do próprio rosto, não há prosperidade, nem bem-estar, a não ser  para os  contraventores

Não entendi porque Fernando Henrique não falou dos Morenos/Mulatos, onde ele mesmo se enquadra, geneticamente, se os mulatos (39,1%) são em número muitas vezes superior aos negros (6,2%), a ponto de o Brasil ser tido como povo moreno, com muita honra.

Se argumentarmos cientificamente, pela ciência genética, veremos que a cor da pele e ascendência racial não caminham sempre juntos. Aliás, isso é bem notório para quem quer ver.  Muitos dos que se declaram brancos, têm negros  e índios em sua linhagem. E muitos dos que se consideram negros têm  brancos e índios em sua linhagem. E muitos dos que se consideram negros têm brancos em sua linhagem. Isto sem falar dos pardos ou mulatos, cuja designação já declara a miscigenação.

Conclusão: o senhor Gilberto Freyre tinha razão. O Brasil tem 500 anos de miscigenação. Só não sabe quem não quer.

Artesanato – Bahia

  1. Eu, pessoalmente, trabalhei e convivi por mais de 50 (cincoenta) anos, em companhia de mulatos e de negros, e, logicamente de brancos e nunca considerei os mulatos, os morenos e os negros inferiores aos brancos. Até porque não são. Às vezes até são mais cordiais e dedicados. Nunca vi tratamento diferenciado entre brancos, morenos/mulatos e negros. Somos todos iguais, em princípios, enquanto todos somos diferentes. Cada um se distingue apenas por seus méritos, seu histórico e suas competências e dedicação. Este é um comportamento normal, no Brasil; é norma por todos aceita, sem questionar, naturalmente.

No Brasil, o que incomoda e até discrimina as pessoas não é a cor da pele, onde se destaca o branco, o moreno e o negro, mas o nível sócio-econômico e educacional, onde as classes A, B, C, D, E. São tratadas desigualmente. Em cada uma dessas classes existem pessoas das três raças. Não somos sociedade de castas, mas uma sociedade aberta, mas injusta com muitos. Nas classes D e E há Brancos, Mulatos/Pardos, Negros, em igualdade de péssimas condições. A miséria não distingue a cor da pele. Aqui, os brancos são discriminados. Ninguém reclama por eles?!

O que falta é a classe A e B ser mais solidária e mais justa com as classes C, D, E. Precisamos exigir  educação de qualidade para todos. Esta é a conquista que nos falta: Educação de qualidade, sem burlar…

 

 

7. Somos um País “livre”, com garantia das liberdades essenciais, para todos. No entanto, a discriminação ressurge no seu rumo pérfido e trágico, artificialmente criando antagonismos artificiais.

Artesanato – Bahia

Se alguém falar que se orgulha de ser negro é aplaudido. Certíssimo, todos  devem se orgulhar do que a natureza  lhes deu. Mas se alguém disser que se orgulha de ser branco ou mulato poderá ser vaiado. Lastimável. Afinal cada um deve estar satisfeito do que é, sem mágoas ou recalque. Ser branco, negro ou moreno é condição de nascimento, da natureza  em que  a pessoa não interfere.  O natural é que  o branco se orgulhe de ser branco; que o moreno se orgulhe de ser moreno; que o negro se orgulhe de ser negro. A raça é dada pela natureza e não pela cultura.

Depois, todos, em uníssono, nos orgulhamos  de ser brasileiros. Este é o meu país.

Está na hora de dizer  a todos que o trabalho honra as pessoas e não é castigo: que quem liberta é o trabalho, numa sociedade justa e igualitária.

Que só  o trabalho constrói. É preciso deixar de enganar as pessoas gritando-lhes que é  proibido, proibir, que tudo lhes é permitido, e dizendo-lhes que a liberdade não existe sem os devidos limites. Aquele princípio já deixou muita gente infeliz… Chega de enganar!

Está na hora  de abandonar a estratégia do charlatão: deixar de submeter  as pessoas com doações, em vez de “ensinar a pescar”.

A igualdade efetiva entre os níveis  sociais, exige educação básica de nível, igual para todos,  sem promessas vãs. Igualdade de oportunidades, para quem está disposto a se dedicar, sem esperar vantagens sem  as merecer.

Que democratas são os que não admitem que as pessoas tenham direito a ter satisfação e dizer o que são, ou de que gostam? Logicamente, sem menosprezar outras raças/etnias… Que todos se orgulhem também do seu País como nação multirracial. A questão enquadra-se nas liberdades essenciais da pessoa humana. Tolhê-la é crime, é ato anti-social.

Cada um seja honrado pelo que é e por seus méritos, sem malabarismos psico-sociais… Aplausos para todos, sem discriminação! Esta é a lei da vida e da sadia convivência. A lei da prosperidade, da justiça e da paz.

  1. Alguns brasileiros sociólogos, antropólogos ou professores, com toda à competência de cada um, parece que ainda lêem e se inspiram na Cartilha da América do Norte, para falar ou inventar as “raças contrárias” do Brasil. Sem dúvida, este é apenas um deslize de pessoa descuidada. Seja relevado! Mas seja corrigido, urgentemente. Seja contestado.

Brancos e negros foram, e até certo ponto ainda são, raças contrárias, nos Estados Unidos da América e em outros países, oficialmente, por lei.

Kennedy – Google

Aí negros eram proibidos de usar meios de condução de brancos, de ir a igreja de brancos, de ir a clubes de brancos, de frequentar escolas de brancos, etc, etc…

Bem haja o Presidente Kennedy que possibilitou o início do fim de tão injusta e sórdida discriminação. Foi a vitória da razão e da fraternidade universal. O livro do senhor H. Golden demonstra  esse processo histórico revolucionário. (Ver citação, em nota final).

Não podemos importar as classificações americanas que não se aplicam ao caso brasileiro. Seria erro grosseiro…

No Brasil, nunca existiu tal segregação, ao menos oficialmente. Se houve casos, e houve, são esporádicos.Desentendimentos entre pessoas, por questão de etnia, de confronto entre países, ou de classe social ou de sexo, de interesses concorrentes sempre houve em todos os povos, o que deu origem a terríveis conflitos, às vezes bárbaros.

IV- Igualdade Multirracial – Um Diferencial do Brasil

  1. No Brasil, as diferentes raças sempre conviveram em relativa solidariedade. Eventuais conflitos existem, mas entre pessoas. Por questões pessoais e não raciais.

Foi assim que produzimos um povo miscigenado, sem complexos; um povo único no mundo.

Foi assim que produzimos o mulato, também denominado moreno ou pardo.

No Brasil, a miscigenação assumiu tais dimensões, que, pelo CENSO de 2000, o país tinha a seguinte distribuição de raças:

Brancos:                                53,8%

Morenos/Mulatos:                 39,1%

Negros:                                   6,2%

Outros:                                     0,9%

Não podemos deixar de destacar a cor sadia e o tipo forte do Moreno/mulato brasileiro.

A campanha, que algumas ONGs vêem fazendo, para juntar pardos e negros numa mesma conta estatística, não tem sustentação científica e nem social. Cientificamente, negro é negro, pardo é pardo e branco é branco. Socialmente todos são cidadãos. Sem superioridade, nem inferioridade, em termos diretos  essenciais. Aqui, todos têm  igualdade de direitos mas todos são diferentes no mérito. É a celebração da unidade na diversidade, ao menos em princípio.  Os abusos atingem todos, indistintamente, não pela raça ou cor da pele, mas pelo abuso autoritário de alguns que se arrogam lançar o direito da força contra a força do direito. Estes contraventores fazem o nosso mundo inquieto e injusto.

Concretamente, os negros são minoria absoluta, (6,2%) o que não lhes tira a dignidade, nem o respeito, neste país. Pardo é a criação genética brasileira/portuguesa, da qual devemos nos honrar. Pardo/Moreno é brasileiro, com todo o direito à sua especificidade; em 2.000 eram 39,1% da população brasileira.

Cientificamente, como dissemos acima, a maioria  de brasileiros são miscigenados, ainda que se considerem brancos ou negros, pela cor da pele. O DNA não deixa dúvidas. Essa é a nossa realidade genética.  Então a maioria dos brasileiros pode ser branca na cor, mas geneticamente, é morena.

Anular a categoria racial do pardo/mulato?! NUNCA. A quem interessa este golpe?! Não fica bem tal jogada casuística, injusta e inoportuna. Seria uma violência inconcebível.

Mas essa violência está em marcha. Está sendo comprada pelo golpe da bolsa-cota nas Universidades, onde só os declarados negros, têm direito ao benefício, que é negado aos pardos/morenos/mulatos. Isto é estimular e impor uma classificação falsa.

O mulato precisa se honrar de ser mulato. Tem motivos mais que suficientes.

Para ser justa, a classificação deveria ser para todos os candidatos de parcos recursos, quer sejam negros, pardos, ou brancos!

10. O Brasil, desde os primórdios da colonização implantou o alegre congraçamento de povos. Basta ter olhos  para ver.

Artesanato – Bahia

Aí está o grande patriarca  dos paulistas, João Ramalho; o patriarca dos baianos, Diogo Álvares Correia, o Caramuru; Jerônimo de Albuquerque, o patriarca dos pernambucanos.

A miscigenação produziu, no Brasil, um espírito solidário, alegre, comunicativo; um espírito dionísico, que ajuda o povo a se sentir cheio de esperança, mesmo na carestia. É um povo cordial e altivo, sempre confiante que é capaz de superar a adversidade.

Mas, atenção: ser cordial não é ser otário, como alguns confundem!

Esse povo, miscigenado com o branco, foi capaz de articular o espírito apolínio, empreendedor, com o espírito dionísico, de alegria contagiante de viver.

Isto que o Brasil tem  e até esbanja, faz muita falta ao resto do mundo.

Este é o grande diferencial do Brasil. Disto os EEUU são muito carentes. Por isso, será superado pelo Brasil, até na força do desenvolvimento, com humanismo.

Isto é o resultante da conjuminação de brancos, negros e indígenas, com respeito solidário à dignidade de cada um.

  1. A miscigenação do branco português, com o negro, deu um tipo belo, simples, altivo e forte: o pardo, moreno, geneticamente: mulato.

Por esta estatística, o Brasil bem pode ser designado como POVO MORENO, como queria Gilberto Freyre. Darcy Ribeiro também defendeu a categoria de Povo Moreno. Esta categoria reuniria os mulatos, os negros e até os brancos, se pensarmos na miscigenação cultural, que aqui é um fato.

O mulato é apenas a miscigenação do branco com o negro, que produziu um novo tipo humano, que bem pode ser apreendido como um tipo de características próprias, que, culturalmente também vai dando novo destaque à cultura brasileira. Moreno/Mulato ainda não adquiriu o status de raça específica, mas bem o merece.

O tipo moreno tem muitos valores que muito o honram, e enriquecem a nação brasileira. Machado de Assis é um deles. Exemplos de grandes homens morenos existem, em profusão.

O próprio Fernando Henrique pode ser classificado como moreno, visto que tem sangue branco e negro, segundo ele mesmo já declarou. E está muito bem acompanhado. Até porque, ele é, antes de tudo, um grande cidadão brasileiro: um dos  baluartes de nossa história e de nossa cultura.

No Brasil, brancos, morenos e negros convivem em paz. Salvo alguns grupos radicais, interessados em outro rumo, e em dividendos duvidosos, somos um povo solidário, unido e multirracial. Um país modelo pelo respeito à diversidade.

12. Os humanos precisam aprender a apreciar o mundo como ele é; o mundo total, para saberem o que representa a humanidade, nesse macrocosmos tão complexo. Só assim superamos nossa visão apequenada. Então vejamos:

Artesanato – Bahia

O nosso mundo está cheio de  Beleza, no céu, na terra, no solo e subsolo, no ar e no espaço sideral ; e até nos seres microscópicos.

A terra tem belezas incríveis: nas plantas, nas aves, nos peixes, nos animais, nas montanhas, nos rios e riachos e nos oceanos; no sol, na lua nas estrelas e nos ventos; por toda a parte.

Há uma imensa diversidade, com contrastes, confrontos e paradoxos. A vida bem vivida nunca é morna.

convergências e divergências, tudo buscando uma harmonia possível. Uma certa dialética rege a vida e o mundo. Dizia o poeta brasileiro que “a vida é luta renhida” (Gonçalves Dias). Na vida há alegrias e dores; mas há também esperanças e ousadias;  há tristezas e alegrias, como há a noite e o dia.

 

Di Cavalcanti

Aí está o ser humano, tributário de toda essa  multiforme  complexidade.

Alguns só vêem nos humanos, feiúras. Eu prefiro olhá-lo em suas belezuras.

Sem fechar os olhos para as feiúras, os males do mundo, deixou o tema para outra hora.

O ser humano é fundamentalmente belo. É belo na essência e nas aparências.

Quanto ao tipo de beleza física, dos humanos, em princípio, todos são belos; todos têm beleza salvo as vítimas de anomalias. São belos os brancos, os negros, os morenos/mulatos, os vermelhos e amarelos. A beleza física a todos aquinhoou, cada um a seu modo. Os brancos são belos, mas os negros e pardos não perdem no páreo. É simples arrogância os brancos se acharem os mais belos. A comparação é precária. Qual o parâmetro?! O Moreno/mulato, de modo geral, é muito belo, só não vê quem não quer.

Entretanto a beleza que mais vale não é a física, mas a beleza do caráter. De fato, toda a beleza física é passageira, só a beleza espiritual permanece e viceja por toda a vida. Cultivemos uma, sem nos descuidarmos da outra.

Não podemos deixar de ressaltar que a mulata brasileira é um dos tipos de mulheres mais belas do mundo, cantada em prosa e verso. A mulata esbanja beleza!

É a auspiciosa convivência, sem antagonismos, da unidade na diversidade, que todos os países admiram. É aí que o Brasil dá uma lição magistral à humanidade, sem dizer nada e só por ser o que é…: um povo miscigenado, multirracial e solidário.

Diante deste arrazoado podemos reafirmar com convicção. Gilberto Freyre tinha razão. Bem haja o grande mestre.

(SP. 10/08/2010)

Nota:

1.Há uma ampla bibliografia sobre a questão dos negros na América do Norte. Destaco a obra “Kennedy e os Negros”, de Harry Golden, publicado pela Martins Ed. Em 1965 – São Paulo.

  1. Os dados estatísticos são do Censo Demográfico do Brasil, 2000.
  2. Leia, complementarmente:

*  Gilberto Freyre Polêmico (clique)

*  África, Um Continente Consolida seu Futuro (clique)

*  Brasil Multirracial (clique)

 

 

 

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